| |
ALEXANDRA
LENCASTRE :: TRIBUTO
Alexandra Lencastre (n. Lapa, 26
de Setembro de 1965), actriz portuguesa.
Frequentou o curso de Filosofia na
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, acabando por ingressar
no Conservatório Nacional de Teatro, onde se formou como actriz.
No teatro interpretou autores como
Anton Tchekov, Pier Paolo Pasolini, David Mamet, Moliére, Aristófanes,
José Régio, Almeida Garrett, Jorge de Sena, Gil Vicente, Miguel Esteves
Cardoso, Natália Correia, Botho Strauss, Tankred Dorst, entre outros,
tendo trabalhado com Mário Feliciano, Orlando Neves e Jorge Listopad,
no ACARTE; Rogério de Carvalho e Carlos Avilez, no Teatro Experimental
de Cascais; João Canijo, no projecto Pro Tea; Jorge Listopad, Carlos
Fernando, José Wallenstein e Gastão Cruz, no Teatro Hoje; Graça Lobo,
na Companhia de Teatro de Lisboa; João Lourenço, no Teatro Aberto.
Das suas participações no cinema
salienta-se A Mulher Que Acreditava Ser a Presidente dos EUA, de João
Botelho (2003), que também a dirigiu em Tráfico (1998) ou O Delfim
(2001) e Lá Fora (2004), de Fernando Lopes. Trabalhou ainda com João
Canijo (Filha da Mãe), João César Monteiro (Conversa Acabada), João
Mário Grilo (O Fim do Mundo e A Falha), João Pedro Ruivo, Manuel Mozos,
Teresa Villaverde (Os Mutantes), Jorge Paixão da Costa, Elsa Bruxelas,
João Lopes, António Pedro Vasconcelos. Em 2003 The Dancer Upstairs, de
John Malkovich marcou a sua presença numa produção internacional. Deu,
ainda, a sua voz a filmes de Jorge Silva Melo, Paulo Rocha ou Joaquim
Leitão.
Fez televisão, como actriz e
entertainer, popularizando-se na novela A Banqueira do Povo (RTP, 1993)
e, mais recentemente em produções como Ninguém Como Tu (TVI, 2005) em
que lhe atribuiram o estatuto de vedeta pela sua interpretação.
Dos prémios que recebeu em teatro,
destaca o Prémio da Crítica como Actriz Revelação, pela sua
interpretação em Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, encenado por
Jorge Listopad (Acarte) e o Se7e de Ouro, como Melhor Actriz, pela
interpretação em Terminal Bar, de Paul Zelig, encenado por Carlos
Fernando, no Grupo de Teatro Hoje.
|